9.5.06

Hexágono quer nuclear em Portugal

O plano da nossa organização é o seguinte: inviabilizar investimentos na área energética em Portugal para criar a necessidade da utilização de energia nuclear. Hoje foram visíveis os nossos primeiros passos no dossier «Nuclear em Portugal». O Hexágono condicionou o governo a rejeitar a criação de uma nova refinaria no país.
O investimento era de um empresário que também quer a energia nuclear no país. A organização convenceu-o a incluir nas negociações pontos que o governo não poderia suportar. Contamos a médio prazo alcançar os nossos intentos. A acção do Hexágono para criar centrais nucleares em países controlados por nós, estende-se também ao Brasil. A nacionalização petrolífera na Bolívia (despoletada pelos nossos agentes) obriga o país de Lula a construir mais centrais.
O plano está englobado na estratégia do Hexágono para dominar grande parte do mercado energético mundial. Outra vantagem é a possível utilização, pela nossa organização, da energia nuclear como instrumento bélico.

6.5.06

Hexágono no Paquistão

Agentes da nossa organização viajaram para o Paquistão. O objectivo é assegurar a sobrevivência do líder paquistanês, Musharraf. Para além disto, irão tentar também diminuir a influência dos talibãs na região.

A organização receia que haja um atentado que ponha temo à vida de Musharraf. Caso tal aconteça, há um grande perigo do governo daquele país passar a ser constituído por fundamentalistas islâmicos. O problema é que o Paquistão dispõe de armas nucleares, que poderiam ser usadas por poderes inimigos do Hexágono.

Outra missão dos nossos agentes é localizar e eliminar técnicos nucleares paquistaneses que possam vender informações e/ou tecnologia para se poder construir uma bomba atómica. Vamos, a todo o custo, evitar a construção de uma bomba atómica «pan-asiática».

A verdade sobre a questão do petróleo na Bolívia

A opinião pública pensa que a nacionalização dos recursos naturais na Bolívia é originada pelas relações do presidente daquele país, Evo Morales, com os regimes de Cuba e da Venezuela. A verdade é que os nossos agentes infiltrados na América Latina pretendem controlar o petróleo daquele país.
Ao nacionalizar o petróleo, Morales será uma marioneta do Hexágono. O que traz vantagens para os dois lados. O presidente boliviano consegue agradar a Castro e a Chavez e beneficiará da nossa protecção se o diferendo for resolvido na justiça internacional. A nossa organização lucrará com a exploração, se bem que na sombra, dos recursos bolivianos
Ao expulsarmos as multinacionais petrolíferas poderemos assegurar uma enorme fonte de receita e de poder para a organização. Numa altura em que o Hexágono tem dificuldade em penetrar no Irão e na Nigéria, temos de virar as nossas atenções para a América Latina.

Hexágono volta a funcionar

Depois de cinco meses onde imperou a lei da rolha, as notícias sobre a nossa organização vão regressar. Houve uma reestruturação na organização e efectuou-se um estudo sobre a geopolítica internacional. Agora a nossa organização está mais forte do que nunca. Falta pouco tempo para determos a chave da política internacional e dominarmos o mundo.