11.10.05

Bush e o Divino

Desde que os EUA se tornaram uma potência mundial que o controlo do presidente daquele país é a chave para o sucesso das organizações secretas. De facto, os inquilinos da Casa Branca não passam de marionetas na geopolítica mundial. Já são tradicionais as justificações de natureza divina em acções de política externa. Recordemos os 14 pontos de paz de Wilson na 1ª Guerra Mundial que o então presidente disse terem-lhe sido revelados por Deus e que culminaram na maior negociata da primeira metade do século XX (o Tratado de Versalhes).

Obviamente que Wilson foi manipulado por uma organização secreta que detinha interesses no Médio Oriente, no Norte de África e na Alemanha. Foi o mesmo que se passou agora com Bush. O Hexágono teve um papel determinante no início da Guerra do Iraque (para consolidar interesses que mais tarde explicarei) e coagiu a administração Bush, que não pode admitir este facto. Assim sendo, quando os argumentos secaram, Bush teve que afirmar: "Deus disse-me para invadir o Iraque". Não é o argumento mais convicente, mas é o que se pode arranjar e, pelo menos, não comprometeu a existência da nossa organização.